Região

Criminosos armados rendem vigilantes e furtam laboratório da USP na virada do ano

 

Criminosos armados renderam vigilantes e furtaram materiais de um laboratório da Universidade de São Paulo (USP) durante a virada do ano, no campus do Butantã, na Zona Oeste da capital. A ação ocorreu poucos segundos após a chegada de 2026 e foi registrada por câmeras de segurança da universidade.

As imagens mostram que dois homens entraram a pé no prédio e, em seguida, o portão de acesso para veículos foi aberto. Minutos depois, uma van branca entrou no local para dar apoio ao crime. Em outro trecho do videomonitoramento, é possível ver três suspeitos mascarados rendendo os vigilantes.

Segundo informações apuradas, ao menos quatro criminosos participaram da ação. Os vigilantes foram levados para uma área interna do prédio e mantidos sentados, sob ameaça constante, enquanto o grupo tinha acesso ao laboratório do Instituto de Energia e Ambiente (IEE).

Após conseguirem abrir uma porta de aço, os criminosos passaram a retirar diversos materiais do local. Os vigilantes relataram que foram obrigados, sob a mira de armas de fogo, a ajudar a carregar os objetos até o veículo utilizado na fuga.

Entre os itens levados estão bobinas de fio de cobre, cabos plásticos e os celulares dos vigilantes, além de equipamentos eletrônicos e computadores. O prejuízo vai além do material, já que alguns dos dispositivos continham informações e programas computacionais utilizados em pesquisas e atividades técnicas do instituto.

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, e o caso foi encaminhado para investigação. A Polícia Civil apura as circunstâncias do crime e trabalha para identificar os autores e recuperar os materiais levados.

Em nota, o Instituto de Energia e Ambiente lamentou o ocorrido e destacou os prejuízos materiais e intelectuais causados pela ação criminosa. A direção do instituto também agradeceu o trabalho das forças de segurança e afirmou confiar na identificação dos responsáveis.

Foto divugação G1.com

Governador sanciona lei que proíbe celulares nas escolas do estado de SP

 

O governador Tarcísio de Freitas sancionou na última quinta-feira (5) o projeto de lei que proíbe a utilização de aparelhos de celular por estudantes em escolas públicas e particulares do estado de São Paulo. O PL 293/2024 foi aprovado por unanimidade, por 42 deputados, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) durante sessão em novembro. As novas regras para o uso de dispositivos eletrônicos com acesso à internet em unidades escolares passam a valer a partir do ano letivo de 2025.

Com a sanção, São Paulo é o primeiro estado brasileiro a adotar medidas de uso mais consciente de dispositivos eletrônicos no ambiente escolar com objetivo de melhorar o aprendizado e a convivência entre estudantes, professores e instituições.

Além de celular, não será permitido o uso de tablets, relógios inteligentes e outros dispositivos similares. Outra novidade do PL é a determinação das escolas e secretarias de educação (estadual e municipais) de estabelecer protocolos para o armazenamento durante o período escolar.

A utilização dos dispositivos será permitida para fins pedagógicos, no acesso a conteúdos digitais ou a ferramentas educacionais, e quando houver necessidade de auxílio tecnológico para alunos com deficiência. Os eletrônicos serão suspensos no intervalo entre as aulas, recreios e atividades extracurriculares.

Para a comunicação dos estudantes durante esse período, a orientação é de que as escolas estabeleçam canais acessíveis entre pais e/ou responsáveis e a instituição de ensino.

“A lei não significa a extinção da tecnologia da educação, sabemos que aliada a bons materiais didáticos e um corpo docente bem formado e informado, ela pode potencializar a aprendizagem, a partir do desenvolvimento de novas habilidades e ampliação do conhecimento”, conclui o secretário de educação do estado, Renato Feder.

Texto Agência SP / foto divulgação - Foto reprudução Band

 

Vestibular das Fatecs: inscrições estão abertas até 6 de junho

 

Centro Paula Souza (CPS) está com inscrições abertas para o Vestibular das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs) do segundo semestre de 2025. O valor da taxa de inscrição é de R$ 50. A prova será aplicada no dia 29 de junho. O processo seletivo oferece 12.550 vagas para cursos superiores de tecnologia presenciais e a distância, gratuitos, distribuídas pelas 82 unidades do estado de São Paulo. As inscrições devem ser feitas pelo site: vestibular.fatec.sp.gov.br.

Para concorrer a uma das vagas do Vestibular das Fatecs, o candidato precisa ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio ou equivalente, desde que no ato da matrícula, comprove a conclusão do curso.

As informações sobre cursos, vagas, períodos e unidades participantes estão disponíveis no site do processo seletivo..

Inscrições

A inscrição para o Vestibular das Fatecs deve ser feita exclusivamente pela internet, até as 15 horas do dia 6 de junho. O interessado deve preencher a ficha, o questionário socioeconômico e pagar a taxa, conforme orientações disponíveis no Manual do Candidato e na Portaria do Vestibular.

No momento da inscrição, é possível escolher um curso em primeira opção. Caso haja interesse, o candidato pode optar por outro, em qualquer Fatec e período. O interessado pode realizar mais de uma inscrição, desde que pague a taxa correspondente para cada uma.

Confira as principais datas do calendário do Vestibular das Fatecs para o segundo semestre de 2025:

  • 7 de abril a 6 de junho, até as 15h: período de inscrições para o Vestibular
  • 25 de junho, a partir das 17h: divulgação dos locais de prova
  • 29 de junho, às 13h: prova do Vestibular das Fatecs
  • 14 de julho, a partir das 15h: publicação da classificação geral e primeira chamada para matrícula
  • 15 a 17 de julho: matrícula da primeira chamada
  • 22 de julho, a partir das 15h: segunda chamada
  • 23 e 24 de julho: matrícula da segunda chamada

Outras informações pelos telefones: (11) 3471-4103 (Capital e Grande São Paulo), 0800-596-9696 (demais localidades) ou pelo site: vestibular.fatec.sp.gov.br.

STF determina retorno do vice, Francisco José, ao cargo de prefeito de Embu-Guaçu

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu na última quinta-feira (17) medida liminar que reestabelece a eficácia do ato da Câmara Municipal de Embu-Guaçu que declarou a extinção do mandato de André George Neres de Farias e determinou a posse imediata de Francisco José do Nascimento, o Neguinho, como prefeito da cidade. A decisão foi proferida na Reclamação 82.075/SP.

Segundo os autos, André George teve seus direitos políticos suspensos após o trânsito em julgado de sentença penal condenatória, com a anotação da perda reconhecida pela Justiça Eleitoral no dia 2 de julho de 2025. A suspensão dos direitos políticos, conforme entendimento consolidado do STF, é automática e imediata nesses casos, conforme o artigo 15, inciso III, da Constituição Federal.

A Câmara Municipal então expediu o Ato nº 020/2025, com base no Decreto-Lei 201/67, formalizando a extinção do mandato de prefeito, uma vez que a permanência de André George no cargo se tornara “fática e juridicamente impossível”.

No entanto, o ex-prefeito obteve liminar na Justiça local, que suspendeu os efeitos do ato da Câmara, sob o argumento de ausência de contraditório e direito à defesa. Essa decisão foi contestada no Supremo, por meio da reclamação ajuizada por Francisco José do Nascimento, que assumiria o cargo em sua qualidade de vice-prefeito eleito.

Na decisão liminar, o ministro Alexandre de Moraes destacou que o entendimento do STF é pacífico no sentido de que a perda dos direitos políticos não depende de procedimento administrativo ou judicial complementar:

“A regra de suspensão dos direitos políticos prevista no art. 15, III, da CF é autoaplicável, pois é consequência imediata da sentença penal condenatória transitada em julgado” — destacou o ministro, citando o RE 601.182/MG, julgado pelo Plenário.

Além disso, Moraes rejeitou o argumento de que a suspensão condicional da pena impediria a perda dos direitos políticos, reforçando que o tipo de pena não interfere na aplicação da suspensão, conforme jurisprudência do STF.

Por fim, a decisão concede a medida liminar para restabelecer os efeitos do Ato da Câmara e determina o retorno de Francisco José ao cargo de prefeito:

“CONCEDO A MEDIDA LIMINAR [...] restabelecendo a autoridade da decisão proferida pela Presidência da Câmara Municipal de Vereadores de Embu-Guaçu, até que o mérito da presente ação seja julgada.”

A decisão foi proferida em Brasília, no dia 17 de julho de 2025, e tem efeito imediato.

 

Foto Agência Mural / foto divulgação

Escola Vazame é entregue em Embu das Artes

 

A Escola Municipal Vazame, em Embu das Artes, foi entregue à população completamente reformada no último dia de novembro. A escola, com capacidade para 264 estudantes, ficou 23 anos sem receber melhorias, segundo a Prefeitura.

O prédio foi contemplado com troca de telhado, pintura de fachada, colocação de refletores de lâmpadas de LED, reforma completa das salas de aula, secretaria e da direção, reforma da cozinha e despensa, banheiros (que também foram adaptados para pessoas com deficiência), refeitório, pátio, quadra poliesportiva, área externa, parte elétrica, foi criada acessibilidade na entrada, um novo estacionamento e houve a substituição dos brinquedos do playground.

Com esta entrega, a gestão Ney Santos, totaliza 19 escolas reformadas, beneficiando diretamente 30 mil estudantes da rede municipal de ensino.

Com informações Sandra Martins e foto Equipe de Comunicação / Embu das Artes

Grupo dos 11 mantém Mesa Diretora da Câmara de Embu das Artes

 

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Embu das Artes, em virtude de decisão judicial, após nova sessão realizada nesta sexta-feira, 10 de janeiro, manteve a mesma composição definida no dia 1º de janeiro, contrariando os interesses do prefeito Hugo Prado. Sete vereadores da base governista uniram-se a quatro opositores, formando o grupo dos 11, que declarou vitória com “o voto da liberdade”, conforme afirmaram os próprios parlamentares.

Foram eleitos, com 11 votos, para o biênio 2025/2026: presidente: Abel Arantes (SD), vice-presidente: Diego Lopes da Paixão (Podemos), primeiro-secretário: Índio Silva (Republicanos), segundo-secretário: Gideon Santos Júnior (PV), terceiro-secretário: Abidan Henrique (PSB) e suplente da Mesa: Bobilel Castilho (MDB).

Em coletiva de imprensa concedida pelo grupo na última quarta-feira (8/1), na Câmara Municipal, os vereadores enfatizaram que a eleição da Mesa Diretora representa "o voto da liberdade". Os membros da base governista afirmaram que continuarão a votar nos projetos que forem benéficos à população, negaram uma ruptura com o governo e reforçaram a disposição para o diálogo, embora, até o momento, o governo ainda não os tenha procurado.

“[O grupo] foi formado porque tínhamos um sonho. Tentamos uma composição com o governo. Somos base aliada, não houve nada escondido, e pedimos o voto para os vereadores que compõem [o grupo]”, explicou o presidente Abel Arantes. “A nossa maior vitória aqui é a liberdade da Câmara, o equilíbrio dos poderes, é ter uma Câmara forte e que vai lutar pela população”, concluiu.

Segunda derrota

Essa é a segunda derrota do prefeito Hugo Prado. A composição desejada pelo gestor incluía os vereadores Vanessa, Aline, Gustavo, Betinho e Rochinha, como presidente, vice-presidente, primeira secretária, segundo secretário e suplente, respectivamente. Esse embate político pode dificultar a governabilidade de Hugo Prado, apesar de o grupo dos 11 negar qualquer ruptura com a nova administração.

O grupo dos 11 é composto pelos seguintes vereadores:

Abidan Henrique (PSB)

Uriel Biazin (Solidariedade)

Gideon Júnior (PV)

Diego Paixão (Podemos)

Abel Arantes (Solidariedade)

Bobilel Castilho (MDB)

Índio Silva (Republicanos)

Zé do Piscinão (PP)

Juneca (MDB)

Ricardo Almeida (Republicanos)

Léo Novaes (PL)

Foto Gabriel Binho 

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