Segurança

GCM prende suspeito por violência doméstica no Parque Paraíso, em Itapecerica da Serra

 

A Guarda Civil Municipal de Itapecerica da Serra prendeu um homem em flagrante por violência doméstica no bairro Parque Paraíso. A ocorrência foi atendida pela Equipe Guardiã Maria da Penha, acionada após familiares solicitarem apoio para conter o agressor.

Ao chegar ao endereço, os agentes encontraram a residência em desordem e a vítima em estado de abalo emocional. A mulher relatou que mantinha relacionamento com o suspeito havia cerca de um mês e que, desde então, vinha sofrendo agressões físicas e ameaças. Segundo o relato, o medo impediu que ela acionasse a polícia anteriormente. Os guardas constataram hematomas visíveis no corpo da vítima.

Diante da situação, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado para prestar os primeiros atendimentos médicos. Após os cuidados necessários, a vítima e o autor foram conduzidos à Delegacia de Polícia.

A autoridade policial registrou a ocorrência por violência doméstica, lesão corporal e ameaça, solicitou medidas protetivas de urgência em favor da vítima e manteve a prisão em flagrante do agressor.

Em nota, a Guarda Civil Municipal reiterou o compromisso com a proteção das vítimas e o enfrentamento à violência doméstica, destacando que a denúncia é fundamental para interromper ciclos de agressão e preservar vidas.

Canais de apoio e emergência

  • GCM: 153

  • Polícia Militar: 190

  • Central de Atendimento à Mulher: 180

Polícia faz perícia complementar com luminol em duas casas ligadas à execução de PM; quatro suspeitos estão presos

 

A Polícia Civil realizou, na noite da última segunda-feira, 13/1, uma perícia complementar em duas residências apontadas como possíveis locais ligados à execução do policial militar Fabrício Santana, desaparecido após um desentendimento no final da última semana, no Jardim Angela, na zona sul de São Paulo. A nova etapa da investigação utilizou luminol para identificar eventuais vestígios de sangue.

Apurado pela reportagem do Click Regional, o policial foi retirado de um bar da comunidade por criminosos e levado até uma residência próxima, atribuída ao dono do estabelecimento. Há duas casas sob investigação: uma ao lado do bar e outra localizada a cerca de 30 metros, considerada o principal ponto onde teriam ocorrido os atos iniciais da execução.

A linha investigativa apurada aponta que ao perceber que seria morto, o PM teria tentado fugir, caindo sobre o telhado da casa vizinha, o que provocou a quebra de telhas de amianto. Os criminosos teriam ido até o local, capturado novamente o policial e o levado de volta à residência ligada ao dono do bar, onde a morte teria sido consumada.

O imóvel já havia sido periciado anteriormente, mas, diante de novos elementos, a Polícia Civil realizou uma perícia complementar com luminol. O resultado do exame ainda é aguardado. Caso sejam identificados vestígios de sangue, será solicitado exame de DNA para confirmar se o material pertence ao policial.

Durante coletiva de imprensa realizada no último domingo (11), o delegado titular do caso, Dr. Vitor Santos de Jesus, afirmou que a investigação aponta que o PM foi vítima de uma emboscada, após um desentendimento ocorrido no bairro Horizonte Azul, na zona sul de São Paulo.

Segundo o delegado, o policial teria sido levado a um local dominado pelo crime, onde ocorreu um julgamento sumário, prática atribuída a grupos criminosos.

Prisões temporárias

Quatro pessoas estão presas temporariamente, suspeitas de ligação direta com o crime. Os detidos são:

  • Riclécio, apontado como traficante que discutiu com o PM;

  • Isaque, que conhecia o policial e teria o levado até os criminosos;

  • Gleison, suspeito de transportar galões de combustível utilizados para incendiar o veículo da vítima;

  • André, caseiro do sítio onde o corpo foi encontrado.

Relembre

Imagens de câmeras de segurança mostram o carro do policial – circulando pelo local e sendo seguido por outro veículo. O automóvel foi encontrado carbonizado ainda na tarde de quinta-feira (8), em uma área de mata no bairro da Lagoa, em Itapecerica da Serra.

O corpo de Fabrício Gomes de Santana foi localizado no domingo (11), enterrado em um sítio, localizado no bairro Cipó, em Embu-Guaçu, após investigação da Polícia e buscas com cães farejadores. A identificação foi confirmada oficialmente na segunda-feira (12) pela Polícia Técnico-Científica.

Com exclusividade, a reportagem apurou que o corpo do policial apresentava indícios de violência, como mãos amarradas, ferimento de grande extensão na região do crânio e sinais de que a vítima teria sido mantida com um capuz na cabeça. Ainda conforme informações preliminares, o crime pode ter envolvido asfixia por torniquete.

Exames complementares ainda serão realizados para detalhar a origem das lesões.

A Polícia Civil segue com diligências para esclarecer completamente a dinâmica do crime e a participação de cada envolvido.

Perícia com luminol aponta sangue humano e Polícia prende cinco suspeitos por execução de PM

 

A Polícia Civil confirmou que a perícia complementar realizada com uso de luminol em imóveis possivelmente ligados à execução do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, apontou resultado positivo para sangue humano. A investigação também avançou com a prisão de cinco suspeitos, além da expedição de mais quatro mandados de prisão temporária, que ainda não foram cumpridos.

As amostras coletadas durante a perícia serão encaminhadas para exames de DNA, que devem confirmar se o material genético encontrado pertence ao policial. A confirmação é considerada fundamental para a consolidação da linha investigativa.

Prisões e mandados em aberto

Até o momento, cinco suspeitos já foram presos no âmbito da investigação. Além deles, outros quatro investigados tiveram a prisão temporária expedida pela Justiça, mas ainda não foram detidos.

De acordo com apuração do Click Regional, entre os investigados com mandados de prisão temporária em aberto,
dois são suspeitos de participação na desova do corpo, enquanto outros dois teriam atuado no chamado “Tribunal do Crime”, que culminou na morte do policial militar.

Entre os presos está Leandro Sotero, de 33 anos, capturado na última sexta-feira (16). Segundo a Polícia Civil, ele é apontado como o responsável por transportar o corpo do PM do bar, na zona sul de São Paulo, até um sítio em Embu-Guaçu, onde o cadáver foi enterrado. A investigação indica que ele participou diretamente da ocultação do corpo.

Também estão presos temporariamente:

  • Riclécio, apontado como traficante que discutiu com o policial;

  • Isaque, que conhecia o PM e teria facilitado o contato com os criminosos;

  • Gleison, suspeito de transportar os galões de combustível usados para incendiar o veículo da vítima;

  • André, caseiro do sítio onde o corpo foi localizado.

Dinâmica da execução

Segundo a investigação e apuração da reportagem, o policial foi retirado de um bar no Horizonte Azul, na zona sul da capital, por criminosos e levado para uma residência próxima, atribuída ao proprietário do estabelecimento. Duas casas estão sob investigação: uma ao lado do bar e outra a cerca de 30 metros, apontada como o principal local onde teriam ocorrido os atos iniciais da execução.

A linha investigativa aponta que, ao perceber que seria morto, o PM tentou fugir, caindo sobre o telhado da casa vizinha e quebrando telhas de amianto. Em seguida, os criminosos teriam ido até o local, recapturado o policial e o levado de volta à residência ligada ao dono do bar, onde a morte teria sido consumada.

Imagens de câmeras de segurança mostraram o carro do policial circulando pela comunidade e sendo seguido por outro veículo. O automóvel foi encontrado carbonizado ainda na tarde de quinta-feira (8), em uma área de mata no bairro da Lagoa, em Itapecerica da Serra.

Localização do corpo e violência extrema

O corpo de Fabrício Gomes de Santana foi localizado no domingo (11), enterrado em um sítio no bairro Cipó, em Embu-Guaçu, após buscas com cães farejadores. A identificação foi confirmada oficialmente na segunda-feira (12) pela Polícia Técnico-Científica.

Com exclusividade, a reportagem apurou que o corpo apresentava sinais de violência extrema, como:

  • mãos amarradas;

  • ferimento de grande extensão na região do crânio;

  • indícios de que a vítima teria sido mantida com um capuz na cabeça.

Há ainda indícios preliminares de asfixia por torniquete. Exames complementares seguem em andamento para detalhar a causa da morte e a origem das lesões.

A Polícia Civil informou que a investigação segue em andamento, com diligências em curso para o cumprimento dos mandados de prisão temporária, e que novas prisões não estão descartadas, conforme a conclusão dos laudos técnicos.

Polícia Civil detalha emboscada e execução de PM após localizar corpo em Embu-Guaçu

 

A Polícia Civil concedeu coletiva de imprensa na tarde deste domingo, 11 de janeiro, em Itapecerica da Serra, após a localização de um corpo que, segundo as investigações, deve ser do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, que estava desaparecido. As informações foram apresentadas pelo delegado titular do caso, Dr. Vítor Santos de Jesus, responsável pelo trabalho que culminou na prisão de ao menos quatro envolvidos no crime.

De acordo com o delegado, a principal linha de investigação aponta que o policial esteve reunido com um amigo chamado Isaque nas proximidades da casa do filho, no bairro Horizonte Azul, na zona Sul da capital paulista, para um momento de confraternização. Durante o encontro, um terceiro indivíduo, identificado como Riclecio, que não era amigo do policial, se juntou ao grupo.

Ainda segundo a Polícia Civil, em determinado momento houve um desentendimento após Riclecio fazer uso de um pino de cocaína na frente do policial militar. Sentindo-se desrespeitado, Fabrício Gomes de Santana o repreendeu. Inicialmente, Riclecio teria pedido desculpas, mas deixou o local e, conforme a investigação, foi até líderes do tráfico de drogas da região.

Riclecio teria delatado Isaque, afirmando que ele permitia a presença de um policial militar em uma área dominada pelo tráfico. Segundo o delegado, a presença de agentes de segurança pública nessas regiões não costuma ser tolerada por organizações criminosas. Em razão disso, Isaque teria sido chamado para prestar esclarecimentos.

O delegado informou que Isaque não compareceu sozinho: ele teria convencido o policial a acompanhá-lo até um bar, sob o pretexto de resolver a situação. No local, o policial foi desarmado, rendido e levado à força para um ponto ainda em apuração. Nesse local, conforme a investigação, ocorreu um julgamento sumário, que resultou na condenação à morte do policial, unicamente por ele ser policial militar e por estar, segundo a apuração, em um reduto do crime.

Diante dos fatos, a Polícia Civil representou pela prisão temporária de Riclecio e Isaque. As investigações também identificaram a participação de um terceiro envolvido, proprietário de um veículo Corsa, que teria admitido envolvimento na ação criminosa - esse veículo aparece em imagens de videomonitoramento atrás do ford Ka, do PM. Ainda conforme a polícia, outra pessoa conduzia o veículo do policial no momento dos fatos. Na quinta, 8, o carro do policial apareceu carbonizado no bairro da Lagoa em Itapecerica.

O corpo da vítima teria sido levado para uma área de mata no município de Embu-Guaçu, sendo posteriormente enterrado em um sítio localizado no bairro Cipó. Imagens de câmeras de monitoramento mostraram um Gol prata seguindo em direção à região de sítios, o que permitiu aos investigadores delimitar um perímetro de buscas.

Durante as diligências, os policiais chegaram a um sítio cujo proprietário, identificado como André, autorizou a entrada da equipe. No local, foram encontrados indícios de terra recentemente remexida, o que levantou suspeitas. A área foi preservada e, na manhã deste domingo (11), equipes do Corpo de Bombeiros e da perícia técnica localizaram um corpo enterrado no local.

Embora a confirmação oficial dependa dos exames do Instituto Médico Legal (IML), o reconhecimento preliminar foi possível por meio de uma aliança encontrada junto ao corpo, o que reforça a possibilidade de se tratar de Fabrício Gomes de Santana.

Ainda durante a coletiva, o delegado informou que André foi conduzido à delegacia. Após interrogatórios com funcionários e com o caseiro do sítio, a Polícia Civil apurou que há indícios de que André, o dono do sítio, tenha participado, ao menos, da ocultação do cadáver. Segundo a investigação, André teria cedido o sítio para o sepultamento clandestino e auxiliado na remoção do corpo, que estava no porta-malas do Gol prata, até o fundo da propriedade. Por esse motivo, a polícia também representou pela prisão temporária dele.

Ao todo, quatro indivíduos já foram identificados como envolvidos diretamente no crime. Outras qualificações não foram divulgadas, segundo o delegado, para não comprometer o andamento das investigações.

A Polícia Civil também investiga a possibilidade de que o policial tenha tentado fugir por uma residência no bairro Vera Cruz. O imóvel deverá passar por exames com luminol para identificar possíveis vestígios de sangue. Ainda não há confirmação se a execução ocorreu nesse local ou em outro ponto. Os proprietários da casa estão sendo identificados.

O caseiro do sítio, até o momento, não é tratado como suspeito. Pelo menos outras quatro pessoas seguem sendo investigadas pelos atos: de execução, de descarte do corpo e veículo. A Polícia Civil afirmou que as diligências continuam para esclarecer completamente a dinâmica do crime e identificar todos os envolvidos.

Três furtos em nove dias deixam escola estadual sem energia em Itapecerica

A Escola Estadual Professor Porcino Rodrigues, localizada às margens da Rodovia Armando Sales, no bairro Olaria, em Itapecerica da Serra, foi alvo de três furtos em um intervalo de apenas nove dias. A sequência de crimes comprometeu o funcionamento da unidade e ganhou repercussão na imprensa televisiva, ampliando o debate sobre a segurança em escolas públicas no estado de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, os furtos ocorreram nos dias 28 e 30 de dezembro e 6 de janeiro. Durante as ações criminosas, foram levados cabos elétricos, fiação de refletores, câmeras de monitoramento e o motor do portão do estacionamento, deixando a escola sem energia elétrica, telefone e sistemas de segurança.

Com a rede elétrica comprometida e áreas externas tomadas pelo mato, a unidade enfrenta dificuldades para realizar procedimentos administrativos, como matrículas e rematrículas. A situação tem causado insegurança entre pais e responsáveis. Há relatos de que professores chegaram a orientar famílias a buscarem outras unidades escolares para garantir vaga aos alunos. As aulas na rede estadual estão previstas para começar em 2 de fevereiro.

A reportagem do Click Regional apurou que, ao todo, três boletins de ocorrência foram registrados. Até o momento, não teriam sido apresentadas à Polícia Civil imagens de câmeras de monitoramento ou informações complementares, apesar das diligências realizadas por equipes da Delegacia de Itapecerica da Serra, que seguem trabalhando para identificar os autores e recuperar os materiais furtados.

Uma mãe de aluna relatou que foi informada pela escola sobre problemas na rede elétrica, incluindo curto-circuito nas tomadas, e que recebeu orientação para transferir a filha de unidade. Funcionários da escola, que preferiram não se identificar, afirmaram que os furtos ocorreram em plena luz do dia e comprometeram toda a infraestrutura elétrica da unidade, incluindo a iluminação da quadra, o sistema de interfone e as câmeras de segurança.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) informou que o policiamento foi reforçado no entorno da escola e no bairro Olaria, com patrulhamento preventivo e atuação da Ronda Escolar da Polícia Militar.

Já a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que, em todas as ocorrências, os boletins de ocorrência foram registrados e houve solicitação de reforço no patrulhamento da região. Sobre a falta de energia elétrica, a pasta afirmou que foi realizado um reparo paliativo para garantir o fornecimento e que o atendimento à comunidade escolar está sendo mantido.

A Seduc também informou que foi aberto um processo para execução dos reparos definitivos, com início previsto para esta terça-feira (13), sem prejuízo ao início do ano letivo. Em relação ao mato alto, a secretaria explicou que, devido às chuvas frequentes, o crescimento ocorre de forma acelerada, mas que a poda já foi solicitada e está programada.

Menor de 17 anos é apreendido por tráfico de drogas no Jardim Idemori, em Itapecerica da Serra

 

Um menor infrator de 17 anos foi apreendido pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Itapecerica da Serra na última quinta-feira (8/1), durante uma ação de patrulhamento no Jardim Idemori.

De acordo com a GCM, a abordagem ocorreu no meio do escadão, em uma viela localizada no final da Rua Babilônia, ponto já conhecido pelas forças de segurança pelo intenso tráfico de drogas. Segundo eles, o entorpecente e dinheiro em espécie foram encontrados dentro de uma bolsa carregada pelo suspeito. 

Ao todo, foram apreendidas 183 porções de maconha, 55 porções de cocaína e 23 pedras de crack, além de R$ 49 em dinheiro, valor que, segundo a corporação, seria proveniente da venda das drogas.

Ainda conforme informado pela Guarda Civil Municipal, o menor infrator, morador do bairro Jangadeiro, confessou no momento da abordagem que estava traficando no local. Ele foi conduzido à delegacia, onde a ocorrência foi registrada como ato infracional análogo ao tráfico de drogas.

A GCM reforçou que o ponto onde ocorreu a apreensão é alvo frequente de ações de combate ao tráfico e destacou que o patrulhamento continuará sendo intensificado na região, com o objetivo de coibir a prática criminosa e garantir mais segurança aos moradores.

O caso segue à disposição da Justiça, conforme determina a legislação vigente para menores de idade.

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