Região

Metrô e ViaQuatro iniciam sondagens de solo em Taboão da Serra

 

A tão sonhada estação Taboão da Serra do Metrô está cada vez mais perto da construção. Os trabalhos de sondagem a percussão já iniciaram no Palácio do Povo (nova sede da Prefeitura - antiga Niasi), em áreas do Parque Santos Dumont e no terreno da extinta concessionária Sorana Sul, às margens da Avenida Aprígio Bezerra da Silva. No último local será implantada a futura estação Taboão da Serra do Metrô, extensão da Linha 4-Amarela, bem como um terminal de ônibus. 

O prefeito Aprígio e o Governo Municipal têm auxiliado no que for preciso para viabilizar a vinda do Metrô ao município. “Há muito tempo ouvimos falar em Metrô em Taboão da Serra, mas não havia nenhuma previsão dessa vinda, até porque nem haviam projetos prontos. Hoje estamos vendo que os trabalhos de sondagem estão sendo executados. Toda semana fazemos reuniões com o Metrô e com o Governo do Estado para ajudar a definir o local e garantir a vinda do Metrô para nossa cidade”, destaca o prefeito Aprígio.

Segundo a geóloga Thalita Fernandes, a sondagem de solo é o passo inicial antes de qualquer obra. “É feito esse estudo preliminar para entender de fato o que está acontecendo, como se comporta esse solo, o quão é subterrâneo. Então, toda obra quando é iniciada, independente da proporção, precisa ser feita as sondagens. É um trabalho essencial. Estamos fazendo sondagem a percussão e, feito esse trabalho, são encaminhadas as amostras para análises para dar continuidade ao projeto”, explica.

A sondagem a percussão consiste na retirada de amostras de terra, a cada 1m de profundidade, que são enviadas para laboratório onde são feitas as análises dos tipos de solo existentes, resistência e, assim, determinar onde serão apoiadas as fundações da futura estação.

De acordo com o Governo do Estado, a Secretaria de Parcerias em Investimento (SPI) já autorizou os estudos para expansão da Linha 4 – Amarela em duas novas estações — Chácara do Jockey e Taboão da Serra –, com investimentos previstos em mais R$ 3 bilhões. O projeto executivo está sendo desenvolvido pela concessionária ViaQuatro, atual operadora da linha. A previsão é de que as obras comecem em dezembro deste ano e as operações iniciem em 2028.

 

Texto e foto Secom/PMTS

Mesmo após dois dias, lama segue na pista e Rodovia Régis Bittencourt opera com apenas uma faixa

Dois dias após a forte tempestade que atingiu Itapecerica da Serra, a situação no km 286 da Rodovia Régis Bittencourt ainda está longe da normalização. Na tarde desta terça-feira (3), imagens mostram máquinas trabalhando na retirada da lama, porém apenas uma faixa no sentido São Paulo permanece liberada, causando longos congestionamentos e transtornos aos motoristas.

A rodovia chegou a ficar totalmente interditada no domingo (1º) após o grande volume de chuva arrastar terra de um terreno particular às margens da via, espalhando lama por toda a pista. Mesmo com a liberação parcial, a quantidade de lama ainda é grande, exigindo redução de velocidade e aumentando o risco de acidentes.

Itapecerica da Serra registrou o maior volume de chuva do Estado, com 66 milímetros, o que evidencia a vulnerabilidade de trechos da rodovia em períodos de chuva intensa. O ponto afetado já é conhecido por sofrer impactos recorrentes sempre que há temporais, levantando questionamentos sobre fiscalização preventiva, contenção de encostas e responsabilidade sobre áreas lindeiras à rodovia.

Enquanto o tráfego segue restrito, motoristas enfrentam lentidão prolongada, principalmente nos horários de pico, sem previsão oficial para a liberação total das faixas. A situação reforça a sensação de insegurança de quem depende diariamente da rodovia, uma das principais ligações entre São Paulo e o Sul do país.

A orientação é para redobrar a atenção, respeitar a sinalização e, sempre que possível, evitar o trecho, já que novas chuvas podem agravar ainda mais o cenário.

Emprega Taboão realiza seleção com mais de 200 vagas esta semana

 
O Emprega Taboão, serviço da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SDE) de Taboão da Serra, em parceria com o Grupo Muffato, realiza nesta terça, quarta e quinta-feira, dias 17, 18 e 19/10, processos seletivos para o preenchimento de mais de 200 vagas para a unidade Max Atacadista do Butantã. As seleções serão das 08h30 às 11h e das 14h às 17h, na Rua Carlos Lisdegno Carlucci, 519, Jardim Peri Peri – São Paulo (altura do 3.300 da Av. Eliseu de Almeida – antigo Makro).
 
As oportunidades são para ampla concorrência e pessoas com deficiência (PCD), sem restrição quanto ao sexo, para os seguintes cargos: Operador de Loja (50 vagas); Repositor (76 vagas); Agente de Prevenção de Perdas (16 vagas); Açougueiro (15 vagas); Auxiliar de Padaria (15 vagas); Ajudante de Armazenamento (15 vagas); e Zelador (15 vagas).
 
As vagas efetivas, para trabalhar em regime de escala 6x1, das 14h às 22h30. O salário é a partir de R$1.790,00 e são oferecidos os benefícios de VT, VA e SV.
 
Para participar é necessário ter 18 anos ou mais, ser alfabetizado e não é preciso ter experiência na função.
 
Interessados devem comparecer munidos de documento oficial com foto, comprovante de residência, carteira de trabalho (física ou digital), currículo atualizado e caneta.
 
“A nova unidade da rede Max Atacadista trará ainda mais desenvolvimento para a nossa região. Em nome do prefeito Aprígio, agradeço a parceria que possibilitará o ingresso de muitos taboanenses no mercado de trabalho”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Wanderley Bressan.
 
Sobre o Grupo
O Max Atacadista é a bandeira de atacarejo do Grupo Muffato, que permite ao consumidor comprar mais produtos pagando menos, por meio da oferta do preço de atacado direto ao consumidor. O Grupo Muffato está entre as maiores redes varejistas do país e atua em 39 cidades entre Paraná e São Paulo e emprega aproximadamente 19 mil colaboradores diretos.
 
Serviço:
Processo seletivo – Max Atacadista
Dias 17, 18 e 19/10
Horários: das 08h30 às 11h e das 14h às 17h
Local: Rua Carlos Lisdegno Carlucci, 519, Jardim Peri Peri – São Paulo (altura do 3.300 da Av. Eliseu de Almeida – antigo Makro)
 
Texto Vera Sampaio e foto divulgação
 

Capotamento com incêndio deixa três feridos na Régis Bittencourt, em Embu das Artes

 

Um grave acidente foi registrado por volta das 5h deste domingo (1º de fevereiro) na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), na altura do km 278, em Embu das Artes. Um carro capotou e pegou fogo, mobilizando equipes do Corpo de Bombeiros, concessionária da rodovia e serviços de resgate.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, três vítimas do acidente foram socorridas com queimaduras. Um homem sofreu queimaduras graves, atingindo cerca de 70% do corpo, e foi encaminhado em estado grave ao Hospital Geral do Pirajussara, em Taboão da Serra. As outras duas vítimas foram atendidas e levadas pela ambulância da concessionária que administra a rodovia.

Quatro viaturas do Corpo de Bombeiros atuaram na ocorrência. O incêndio no veículo foi controlado ainda no local.

Por conta do acidente, a Rodovia Régis Bittencourt chegou a ser interditada no sentido Taboão da Serra. No entanto, segundo apurou o Click Regional o veículo já foi removido e o trânsito flui normalmente na manhã deste domingo.

As causas do capotamento ainda serão apuradas.

Aprígio declara "não tem sentido Taboão da Serra fazer parte do Conisud"

 
O prefeito Aprígio declarou insatisfação com a falta de apoio dos prefeitos da região para a municipalização da Rodovia Régis Bittencourt e a sua vontade em deixar o Conisud, após a última reunião realizada na sexta, 18/8, no Hotel Terras Altas em Itapecerica da Serra. "Seguramente não tem sentido Taboão da Serra fazer parte do consórcio", declarou. 
 
"Eles (os prefeitos das cidades da região) tem uma necessidade diferente e eles querem fazer uma medida universal, mas não vale dizer que o problema de uma cidade é igual da outra, cada uma das oito cidades, tem sua particularidade. Taboão da Serra tem uma necessidade diferente. Quando falo em municipalizar a BR, não é porque o Aprígio quer, ou somente eu que vi a necessidade da mundialização", disse.
 
Segundo ele, os ex-prefeitos também viram essa necessidade. "O próprio Embu das Artes está obstruindo o processo de municipalização. Eles não apoiam. O mais prejudicado com o trânsito é a cidade de Embu. Não é somente a saída, mas a entrada também e eu fui obrigado a dizer umas verdades para alguns para que eles possam cuidar da casa deles, principalmente Embu tem costume de cuidar da vida dos outros e esquecer da deles. A cidade deles é pior no sentido do trânsito. Eles não resolvem o problema deles e não deixam a gente resolver o nosso", reclamou.
 
Aprígio declarou que a municipalização não dependa do apoio do Conisud. "O próprio governo federal está sabendo que a picuinha é política e o governo não quer proteger uma ou outra cidade e não vejo essa condição de eles falarem não vai fazer", exclamou.
 
Por fim, Aprígio declarou que enquanto as obras federais não forem realizadas em Embu, Taboão da Serra não pode ficar sofrendo consequências "dos contratos maus feitos antigamente e que não deu resultado. Temos várias empresas que querem se instalar as margens da BR e não conseguem porque a rodovia é federal. Não podemos ficar nessa situação", pontuou.
 
 Foto divulgação Facebook 

Buscas vão para o sexto dia por ciclistas desaparecidos em trilha de Juquitiba

 

As buscas por dois ciclistas que desapareceram durante uma trilha em Juquitiba, completaram cinco dias nesta segunda-feira (19). Na terça (20), as buscam serão retomadas pelo Corpo de Bombeiros. Gilberto Alves, de 62 anos, e Carlos Gomes Pereira, de 56, não são vistos desde a última quarta-feira (14), quando entraram em uma rota de ciclismo na região de mata do município.

De acordo com familiares, os dois iniciaram o percurso por volta das 9h daquele dia. O último contato aconteceu horas depois, por volta das 15h, quando Gilberto enviou uma mensagem informando que eles estavam perdidos. Desde então, não houve mais comunicação.

O Corpo de Bombeiros mantém as buscas com equipes em solo, que atuam em áreas de difícil acesso, além do apoio de recursos específicos para varredura em regiões de mata fechada. A operação envolve análise do trajeto planejado, possíveis desvios e pontos críticos da trilha.

Segundo relatos da família, os ciclistas levaram apenas água para o passeio, sem outros suprimentos ou equipamentos de segurança. Ambos eram amigos de longa data e costumavam praticar atividades ao ar livre.

Carlos Gomes Pereira, conhecido como “Caco”, trabalha como ajudante de caminhoneiro autônomo e mora sozinho no bairro Campo Limpo, na Zona Sul da capital. Pessoas próximas afirmam que ele mantém uma rotina independente e há alguns anos passou a participar de grupos de ciclismo, principalmente em trajetos urbanos.

Já Gilberto Alves é descrito pelos familiares como um entusiasta de trilhas e atividades em meio à natureza. A família acompanha de perto o trabalho das equipes e pede que qualquer informação que possa contribuir com as buscas seja repassada às autoridades.

As circunstâncias do desaparecimento seguem sendo apuradas, e os trabalhos continuarão enquanto houver condições operacionais e indícios que auxiliem na localização dos ciclistas.

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